Capitão Alden critica Lula por uso do verde e amarelo e acusa esquerda de tentar se apropriar de símbolos patrióticos.
O deputado federal Capitão Alden (PL-BA), vice-líder da Oposição na Câmara dos Deputados, criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após o petista aparecer nas redes sociais usando uma camisa da Seleção Brasileira.
A publicação ocorreu no último domingo (6) e gerou reação do parlamentar baiano.
Para Capitão Alden, a iniciativa demonstra “desespero em ano eleitoral”.
O deputado afirmou que o uso do verde e amarelo por Lula faria parte de uma estratégia da esquerda para tentar se apropriar de símbolos patrióticos.
Segundo o parlamentar, a movimentação de partidos de esquerda para abandonar o vermelho e adotar as cores da bandeira nacional seria uma tentativa de enganar parte da população.
Na avaliação dele, a estratégia buscaria atingir especialmente eleitores que desconhecem as pautas defendidas pelo campo político.
Capitão Alden afirmou que o patriotismo, o respeito aos símbolos nacionais e a defesa de pautas como Deus, Pátria, Família e Liberdade sempre estiveram ligados ao bolsonarismo.
“O patriotismo, o respeito aos símbolos nacionais e principalmente a defesa de Deus, Pátria, Família e Liberdade sempre foi e sempre será a marca do bolsonarismo. E jamais abrimos mão disso. Vamos alertar o povo que quem sempre vestiu vermelho nunca deixará de defender ditaduras e o gradativo cerceamento da liberdade de expressão”, afirmou Alden.
A manifestação do deputado ocorre após publicações em veículos de comunicação apontarem que Lula teria orientado integrantes da Esplanada dos Ministérios e lideranças aliadas a adotarem a camisa da Seleção Brasileira.
A orientação também envolveria o uso das cores verde e amarela em agendas governamentais e, posteriormente, em atos da disputa presidencial.
O episódio reforça a disputa em torno do uso de símbolos nacionais no cenário político brasileiro.
Enquanto aliados de Lula buscam associar o verde e amarelo a uma identidade nacional mais ampla, parlamentares da oposição afirmam que a mudança representa tentativa de reposicionamento eleitoral da esquerda.
