Jaques Wagner enfrenta cenário mais apertado ao Senado
O senador Jaques Wagner (PT) enfrenta, pela primeira vez, um cenário de maior ameaça à sua reeleição ao Senado pela Bahia.
Segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quarta-feira (9), o petista aparece com 19% das intenções de voto.
O levantamento mostra Wagner tecnicamente empatado com o ex-ministro João Roma (PL), que registra 17%, e com o senador Angelo Coronel (Republicanos), que aparece com 15%.
Disputa tem empate técnico entre três candidatos
A diferença entre Jaques Wagner, João Roma e Angelo Coronel está dentro da margem de erro da pesquisa.
Com isso, os três aparecem em situação de empate técnico na disputa por uma das vagas ao Senado pela Bahia.
A informação foi divulgada pela Veja, com base nos dados do levantamento.
Rui Costa lidera corrida ao Senado
Apesar do cenário mais apertado para Jaques Wagner, o ex-governador Rui Costa (PT) aparece na liderança isolada da corrida ao Senado.
Segundo a pesquisa Real Time Big Data, Rui tem 26% das intenções de voto.
O resultado coloca o petista à frente dos demais nomes avaliados no levantamento.
Roma e Coronel integram chapa de oposição
João Roma e Angelo Coronel fazem parte da chapa de oposição ao governo estadual.
O grupo é liderado pelo ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil), que disputa o governo da Bahia contra o governador Jerônimo Rodrigues (PT).
A presença de Roma e Coronel em empate técnico com Wagner acende alerta para a base governista.
Pesquisa ouviu 1.600 eleitores na Bahia
A pesquisa Real Time Big Data ouviu 1.600 eleitores baianos.
As entrevistas foram realizadas entre os dias 4 e 8 de setembro.
A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
O nível de confiança do levantamento é de 95%.
Resultado aumenta pressão sobre a campanha petista
Os números indicam que a disputa pelo Senado na Bahia pode ser mais competitiva do que o esperado.
Mesmo com Rui Costa liderando de forma isolada, Jaques Wagner aparece pressionado por dois nomes da oposição.
O cenário reforça a importância da articulação das chapas majoritárias no estado e da disputa por votos na reta final da campanha.