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sábado, 25 maio 2024
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Promotor desmente ‘Tiro Acidental’ em caso de morte de Joel em Salvador

Promotor contesta alegação de 'tiro acidental' e denuncia lei do silêncio entre policiais no caso da morte do menino Joel em Salvador.

Rebatendo o tiro acidental: Promotor condena ação policial

Em uma virada dramática no julgamento dos réus Eraldo Menezes e Alexinaldo Souza, acusados pela morte do menino Joel da Conceição Castro em 2010, o promotor Ariomar José Figueiredo da Silva classificou os depoimentos como um ‘show de horrores’. O incidente trágico ocorreu durante uma operação policial no bairro de Nordeste de Amaralina, Salvador.

Detalhes do incidente e julgamento

No primeiro dia do julgamento, Eraldo Menezes confessou ter realizado o disparo, porém alegou que foi acidental, resultado de um escorregão. Essa alegação foi fortemente questionada no segundo dia de julgamento pelo promotor Ariomar, que expressou: “As almas de vocês estão enxercadas de sangue do menino Joel, de um menino inocente”.

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Lei do silêncio e responsabilidade policial

Ariomar também criticou a prevalência da ‘lei do silêncio’ tanto na comunidade quanto entre os policiais presentes no incidente. “Nove policiais foram denunciados inicialmente, mas só dois estão sendo julgados”, apontou o promotor, referindo-se a Alexinaldo e Eraldo, que tiveram participação direta confirmada durante a investigação.

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Marina Carvalho
Marina Carvalho
Jornalista dinâmica especializada em multimídia e narrativa digital, com 10 anos de carreira. Liderou projetos de jornalismo móvel, trazendo inovação e interatividade para a cobertura de notícias.
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