Movimento abaixo do normal
A praia de Porto de Galinhas começou o ano de 2026 com um cenário atípico: pouco movimento de turistas e barracas vazias em horários que, tradicionalmente, costumam ser de grande fluxo. A queda na presença de visitantes tem chamado a atenção de moradores e profissionais do setor.
Segundo um condutor de turismo local, identificado como Alex, a diferença em relação ao mesmo período do ano passado é visível.
“No mesmo horário, no ano passado, as barracas já estavam todas lotadas. Hoje, você vê que estão vazias, quase não tem ninguém na beira-mar”, relatou em entrevista a uma emissora local.
Impacto direto nos trabalhadores
A baixa procura afeta diretamente quem vive do turismo. Guias, barraqueiros, ambulantes e prestadores de serviços sentem a redução na renda logo nos primeiros dias do ano, período que normalmente representa alta temporada.
“É dali que a gente tira o pão de cada dia. Com esse movimento fraco, a situação fica muito difícil”, afirmou Alex, classificando o cenário como “enfraquecido” para a economia local.
Apelo contra generalizações
Diante de recentes episódios de repercussão negativa envolvendo o destino, o trabalhador fez um apelo para que o público não generalize a imagem do local. Segundo ele, a maioria dos profissionais que atuam em Porto de Galinhas trabalha de forma honesta e respeitosa.
“A gente trata o turista bem, assim como a gente quer chegar em um lugar e ser bem tratado. Porto de Galinhas continua sendo um lugar acolhedor”, concluiu.
O cenário acende um alerta para o setor turístico pernambucano, que acompanha com preocupação os primeiros sinais da temporada de 2026.
