Nelson Tanure nega ser dono do Banco Master e contesta acusações feitas em CPI
Empresário reage a declarações em comissão do Senado
O empresário Nelson Tanure contestou as acusações feitas durante depoimento na CPI do Crime Organizado, em que foi apontado como suposto controlador do Banco Master.
As declarações foram feitas pelo empresário Vladimir Timerman, que participou da sessão como testemunha.
Testemunha sugeriu controle oculto do banco
Durante o depoimento, Timerman afirmou que o fundador do banco, Daniel Vorcaro, atuaria apenas como representante institucional.
Segundo ele, o controle real da instituição estaria nas mãos de outros nomes, incluindo Tanure, que teria posição central na estrutura.
Defesa nega qualquer vínculo societário
Em nota oficial, a defesa de Nelson Tanure negou qualquer participação no Banco Master.
De acordo com o comunicado, o empresário:
Nunca foi sócio ou controlador do banco
Não é beneficiário direto ou indireto da instituição
Mantém apenas relações comerciais legítimas como cliente e investidor
Credibilidade da testemunha é questionada
A defesa também atacou a credibilidade de Vladimir Timerman, destacando seu histórico de condenações judiciais.
Segundo a nota, ele já foi condenado por difamação e envolvido em processos relacionados à divulgação de informações falsas, além de ser alvo de investigações do Ministério Público.
Empresário afirma histórico sem irregularidades
Ainda segundo a defesa, Nelson Tanure possui décadas de atuação no mercado financeiro sem acusações de práticas ilícitas nas empresas das quais participou.
O comunicado reforça que sua trajetória profissional é pautada pela legalidade.
Caso segue em apuração
As declarações feitas na CPI ainda serão analisadas pelos parlamentares e podem gerar novos desdobramentos.
Até o momento, não há confirmação oficial das acusações apresentadas durante o depoimento.
